| Le vent était de la triche - 2006 | brasiliense | |
Ô Cirque calendrier 2006/2007 nouvelle création :Le vent était de la triche. Gilles Audejean, scénographie, Christophe Sigognault, mise en piste, Florence Rougier, chorégraphe, Napo Roméro, direction musicale. Distribution Dressage : Gilles Audejean Mise en piste, clown : Christophe Sigognault Danseuse : Florence Rougier Direction musicale et guitares : Napo roméro, Madame Loyal : Rebecca Amar : Clown - Contre pitre et voltigeur : Yannick Sonnet - Voltige à cheval: Stéphanie Outin, Christophe Landré - Danseuse à cheval : Caroline Pagnot - Trapèze : Tarzana. MUSIQUE : Guitares et chant : Napo Roméro - Chant - Basse - Clavier : Christine Lidon - Chant, Batterie : Margot, clavier : Julien Lifsyc. C’est un cabaret équestre poétique et festif. Autour de la chanson française, Ô Cirque propose un travail métissé entre l’art équestre, l’art clownesque et l’art de la danse. On se retrouve autour d’un verre ou d’un repas. On prend place pour la soirée. Les artistes assurent le service autour des tables dressées dans la piste sous chapiteau. Dans une ambiance piano bar les artistes commencent à chauffer la soirée. Les derniers spectateurs arrivent, on débarrasse tout comme par enchantement, on prend place dans les gradins c’est l’heure du spectacle. Les chevaux en liberté tournent dans les envolées de guitare électrique, la danseuse à cheval évolue sur une chanson de Barbara, les clowns prennent la parole pour parler librement comme dans un cabaret. Madame Loyale tient tout son petit monde avec une main de fer dans son gant de velours. Les acrobates voltigent sur les chevaux. On chante Nougaro, l’amour sorcier pour la jeune fille au trapèze. Dans la piste mais aussi atour de la piste, les artistes évoluent sur une scène circulaire longeant la piste et demeurent ainsi très proche du public. Ce soir là nous faisons tous ensemble le spectacle. Pour ceux qui le désirent la nuit peut continuer la piste est libre, le bar est ouvert pour se rencontrer. Ce spectacle a été créé pour l’été 2006 dans le cadre d’un début de résidence à long terme. La compagnie Ô Cirque s’implante à partir de 2006 à Montoulieu dans l’Hérault, au cœur du Languedoc-Roussillon. Montoulieu représente une commune de 120 habitants, située dans un site magnifique aux portes des Cévennes, dans la Haute Garrigue à trente kilomètres au nord de Montpellier. Les objectifs de Ô Cirque en résidence sont de réaliser à Montoulieu un centre artistique de créations, de répétitions, d’enseignement et de diffusion, ouvert aux compagnies du spectacle vivant. Ce projet est porté par Ô Cirque et la Mairie de Montoulieu en partenariat avec les différentes instances culturelles régionales. Montoulieu 2007Présentations pédagogiques 17, 18, 19, 20, 21 décembre 2007 à 14h 30 27, 28, 29, 30, 31 décembre 2007 à 21 h 00 Le vent était de la triche, Montoulieu, sous chapiteau Résa : Ô cirque 04 67 27 68 45, Sigognault Christophe (33) 06 03 40 53 48 Office du Tourisme de Ganges : 04 67 73 00 56 FNAC - Carrefour et autres points de vente : 0892 68 36 22 (0,34ttc/min) www.fnac.com Réseau ticketnet.fr : Auchan - E Leclerc Cultura Virgin 0892 390 100 (0,34ttc/min) www.ticketnet.fr |
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| O sol tambem (2005) | ||
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Depois da criação de "SAUDADE" 1998, aquela de "Chez Zumbi" 2001, Ô Cirque propõe um calendário 2003-2005 sobre a base de sua nova criação :O SOL TAMBEM "Le soleil aussi" Espetáculo de circo sob lona Musical e eqüestre De Gilles Audejean e Christophe Sigognault Com a participação de Vinte jovens artistas de escolas brasileiras de circo de Teresina, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte... Dez artistas e técnicos de Ô Cirque Dez cavalos de pista Equipe Ô Cirque Cenografia, acrobacia e exercícios a cavalo : Gilles Audejean Coreografia e dança contemporânea : Florence Rougier Capoeira : um mestre de capoeira Picadeiro e trabalho de clown ( palhaço) : Christophe Sigognault Direção musical : Napo Roméro Figurinos, decoração e acessórios : Laurent Lamoureux Iluminação : Jean Gabriel Valot O SOL TAMBEM Depois de nosso segundo espetáculo "Chez Zumbi", os acrobatas eqüestres brasileiros, outra possibilidade posta em prática sob um trabalho de malabarismo eqüestre, desenvolvem uma busca original do gesto e de movimentação no espaço. Esta busca provém do encontro de um mestre de capoeira, Lau Santos ; de um acrobata professor, Gilles Audejean ; e de uma dançarina e coreógrafa de dança contemporânea, Florence Rougier. Os primeiros resultados obtidos com "Chez Zumbi", nos alegraram com a qualidade e originalidade da proposta, mas nos deixaram entretanto com um sentimento de insatisfação. Nós temos a intenção, agora com mais tempo de trabalho e esforço, de aprofundar e de finalizar com os jovens artistas brasileiros, esta busca de estilo.O acrobata-dançarino na sua forma de se movimentar sobre a pista, será uma das expressões artísticas maiores de O SOL TAMBEM. Os acrobatas eqüestres farão acrobacias sobre cavalos adestrados de Ô Cirque sob a direção do adestrador Gilles Audejean e de dois jovens acrobatas profissionais. Nós acompanharemos igualmente este trabalho de acrobacias eqüestres criadas com "Chez Zumbi". Porquê : O SOL TAMBEM, funciona como uma segunda porta, uma continuidade do espetáculo "Chez Zumbi". Nós pegaremos a figura emblemática do herói "ZUMBI", nós retornaremos ao circo, ao espetáculo precedente que nós chamamos "A CASA DE ZUMBI" de onde seu título "Chez Zumbi" . A história de O SOL TAMBEM continua neste lugar mágico onde cada um é recebido num espaço onde podemos nos repousar, onde o espetáculo se transforma em canto, em dança e acrobacia entre cavalos... Os textos falados e cantados do espetáculo emprestarão suas formas a "cordéis". Os cordéis são poemas impressos em papéis simples vendidos em mercados e feiras populares do Brasil e que podemos definir como : "poemas do povo para o povo" ; eles mostram os problemas e esperanças de um mundo brasileiro. Se os cordéis tem principalmente uma característica rural, eles tratam também de temas urbanos e de acontecimentos internacionais. Grandes poetas brasileiros emprestaram seus nomes a esta literatura popular. Os textos do espetáculo serão cantados na língua portuguesa e francesa.
Cantos, percussão, berimbau, afirmam suas raízes africanas. A música oferecerá uma viajem através do "continente "brasileiro explorando suas fusões rítmicas ; navegando do maculelê a capoeira, margeando os rios de samba e chorinho, alcançando os igarapés do forró... Ritmando o espetáculo, os músicos interpretarão a fusão dessas correntes, misturando sonoridades "tradicionais" e uma instrumentação "moderna". A interpretação musical se faz sob a direção de Napo Roméro reunindo para o "SOL TAMBEM", um coletivo de músicos franceses e brasileiros.O figurino e acessórios são pensados e realizados por Laurent Lamoureux. Sob o picadeiro, os palhaços onipresentes durante o espetáculo, trabalham em grupo, em torno de um trio de palhaços franco-brasileiros. Estes representam uma família de fortes personagens ; de estereótipos da sociedade. O trabalho se faz sob a responsabilidade de Christophe Sigognault. Por uma escola de acrobacia eqüestre no Brasil Com o intuito de apresentar o espetáculo "O SOL TAMBEM" ( um trabalho de acrobacia eqüestre de qualidade, graças a um nível conquistado por certos alunos) nós devemos durante o longo período de trabalho, através de ensaios, fazer com que venham a França um grupo de jovens brasileiros. Este grupo poderá aproveitar das ótimas condições de infra-estrutura de "Ô Cirque" com sua lona e seus cavalos performaticamente adestrados para o espetáculo. Depois, ao inverso, nós levaremos "Ô Cirque" ao Brasil, para ensaiar sob a lona com os cavalos, através de colaboração e parceria de uma escola de circo do Rio de Janeiro ou de São Paulo ( ainda a definir). Propôr uma formação contínua durante três anos entre a França e o Brasil, no contexto da criação de espetáculos com tournês no Brasil e depois na França, além do interesse social de trabalhar com jovens oriundos de bairros carentes de algumas cidades brasileiras e de os ajudar a se estruturarem enquanto indivíduos dentro de um grupo que se concerne a um mesmo objetivo : o espetáculo.Nós queremos graças a esta operação, reunir uma quantidade suficiente de fundos oriundos de benefícios e das vendas de bilhetes e "redistribuir" a cada escola brasileira de circo envolvida neste projeto a "possibilidade" de continuar atuante e de se auto- afirmar dentro do conceito "Circo e Social". Nós queremos acreditar que teremos uma quantidade de fundos suficientes para instalar o primeiro "alicerce" desta escola de acrobacias com cavalos no Brasil, escola profissional, independente, aberta a todas pessoas desejosas de aprender o trabalho com cavalos. Se esta escola ficar por alguns anos "apadrinhada" pelo Ô Cirque, ela deverá em seguida ganhar rumos própios, e seus acrobatas a cavalo brasileiros continuarão a dar uma formação de alto nível junto aos mais jovens. A auto gestão e a liberdade em relação ao Ô Cirque, é o caminho natural. Uma tournê desta dimensão no Brasil, nos permete de medir o real impacto dos espetáculos do circo eqüestre junto ao público, junto a financiamentos e parceiros culturais. Nós poderemos então, avaliar precisamente a necessidade de uma escola de circo equestre no Brasil e os critérios sociais e econômicos com os quais nos deveremos compor. Nos gostaríamos de aproveitar o evento "2005, ano do Brasil na França", para beneficiar de uma ajuda junto a instituições e de pré-vendas de "O SOL TAMBEM" que nos permitirá de financiar os ensaios e os custos de transporte. |
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