Chez Zumbi brasiliense
< créations 2001, « Chez Zumbi »
Gilles Audejean, Christophe Sigognault

Cirque équestre sous chapiteau
Spectacle musical franco-brésilien


Scénographie/décor/écriture
Gilles Audejean
Travail clownesque / écriture
Christophe Sigognault
Musique : Carmen, Pascal, Born, Léon
Lumière : Jérôme Chaleix, Jean Gabriel Valot
Costumes : Laurent Lamoureux - Séverine Pondevie

Soutenu par :
en France et au Brésil
le Ministère de la Culture Français
L’AFAA
le Conseil Général de L’Oise
l’ Ecole Nationale du Cirque Annie Fratellini
le Secours Catholique
le CSU, Parc de PIAUI, (centre formation pluridisciplinaire populations défavorisées)
l’Association des Eleveurs de Chevaux du PIAUI
la FUNDEC, Ministère de la Culture du PIAUI

Diffusion : novemvre 2001
Térésina, capitale du Piaui, Brésil
décembre 2001
Ecole Nationale du Cirque la Villette, Paris

Premier spectacle franco-brésilien de Ô Cirque, composé d’artistes et techniciens Ô Cirque et des jeunes élèves brésiliens professionnels et amateurs de l'école de cirque de Teresina « Vivendo e aprendendo ». Le spectacle est répété deux mois au Brésil et présenté une semaine sous chapiteau à Teresina dans le nord-est, capitale de l’état du Piaui. « Chez zumbi est présenté en France dans sa version finale sous le chapiteau de L'Ecole Nationale du Cirque à Paris en décembre 2001.

Il s'agit de faire revivre la mémoire du Héros Zumbi figure nationale emblématique de la liberté principalement pour une population noire et pauvre du Brésil. L'histoire de Zumbi se situe dans la région Nord d'Est. Le spectacle s'inspire des couleurs profondes et chaleureuses de cette région physique et humaine.


Chez Zumbi
< criação Espetáculo de circo eqüestre franco-brasileiro, composto de artistas e técnicos de O cirque e de artistas brasileiros profissionais e amadores, da escola de circo de Teresina.
O espetáculo é ensaiado dois meses no Brasil e apresentado uma semana sob a lona em Teresina. Após, é novamente ensaiado um mês na França para ser apresentado na versão final sob a lona da Escola Nacioal do Circo em Paris, em dezembro de 2001.
Não é somente contar a história do heroi Zumbi, mas de o fazer reviver como figura emblemática da liberdade, principalmente para uma população negra e carente do Brasil. A história de Zumbi se situa na região do Nordeste do Brasil. O espetáculo é inspirado nas cores profundas e quentes desta região física e humana.
"Casa de Zumbi" necessita da presença de um contador de histórias. Nós o chamamos de "o recitante", este que faz nascer o verbo sobre o picadeiro do circo. A escrita da partitura do recitante se apóia em técnicas poéticas da Literatura de Cordel Brasileiro. O Cordel brasileiro pode ser definido como "poema do povo para o povo". Próximo do personagem do palhaço que conhecemos do circo, o verbo do recitante evolui sobre diferentes modos de expressão, passando alternativamente do trágico ao cômico.
As disciplinas do circo apresentadas em "Casa de Zumbi", são acrobacias sobre o solo e sobre cavalos bem como a dança e a capoeira. A riqueza e a complexidade desta última disciplina mistura a música, o canto, a dança, acrobacia e o jogo de combate.